Onde habitam as palavras ainda castas, ainda ingênuas, ainda crianças, ainda com medo do escuro.
sábado, 25 de janeiro de 2014
Fincou-se no meu peito uma vontade bonita de ver o melhor, de querer o melhor em todos e em mim. No fim creio que se descobre que quando se chora é para aprender um jeito novo de sorrir, uma forma mais pura, diria até mais sincera, porque não?
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