Onde habitam as palavras ainda castas, ainda ingênuas, ainda crianças, ainda com medo do escuro.
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
“Escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a, transforma. Pode sair até uma flor. Mas o momento decisivo é o dedo na garganta."
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