Cata-ventos, eu percebo. Leila Pinheiro. Claro. Canta um pedaço? Te ver cantando essa música me lembrou um poema do Mário Quintana. Como se chama mesmo? Sim! A rua dos cataventos. Leia e saberá que estou te contando um segredo, porque também perdi um jeito de sorrir que eu tinha da vez primeira que me assassinaram.
Tiago Fabris Rendelli
Somos um bando de desequilibrados a nossa maneira é claro. Tu escolhe uma versão da verdade que melhor lhe convém um punhado de sentimentos bons e os segue desequilibradamente até onde se arrastar a vida. Acredito que nessa roda gigante, a gente precisa de um pouco de coragem e uma dose dupla de força. A estrada é árdua por vezes o cansaço parece tomar conta, os ombros doem, você grita, odeia Deus e no fim acaba aos seus pés suplicando perdão e uma segunda chance. Em última analise concluo que quando o mundo desaba e a alma adoece, seja numa divindade, em si mesmo ou qualquer coisa não importa o que o importante meu amigo, é ter fé.

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