quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Sou um poeta do mato
vivo afastado dos meios
minha rude lira canta 
casos bonitos e feios
eu canto meus sentimentos
e os sentimentos alheios.

e quando é preciso eu canto
a mágoa, a dor e a tristeza.

Eu posso dizer que cantei aquilo que observei.
Eu canto o que minha alma sente e o eu coração encerra.
As coisas da minha terra, a vida da minha gente.

(P. Antônio Henrique)




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